sábado, 18 de setembro de 2010

Cada vez mais breve...

Corre um rio de água ,
no relógio do tempo.
Pingam os minutos gastos...
E de tantas vezes a escrever,
a dor,
é cada vez mais breve...
Talvez um dia, volte às margens,
do teu peito espesso,
onde morro, renasço e recomeço,
em palavras com aros de ternura...
Prisão da alma, de um sonho
escravatura,
que,  diz-se que desvanece,
mas floresce e cresce,
submerso em loucura...


Maria Augusta Loureiro
Margusta
*Reservados todos os direitos de autor


6 comentários:

  1. Passei e deixo as cordiais saudações amigas

    ResponderEliminar
  2. O rio corre, impossível detê-lo. Time still runs. Que bom! E que bom que a dor *é cada vez mais breve*.
    Margusta, querida, sonhas e realizas. Sempre te vi assim. Paras, porque é preciso. Nisto, eu me re.conheço.
    Não és louca; nunca serás. Continuas, mesmo a intervalos. Pode ser que voltes às margens; a água é outra sempre. A Filosofia como saber ensina. Sabes que a tua Vida é a te ensina mais.
    Beijos e Felicidades!
    Renata

    ResponderEliminar
  3. ♥♥ Olá, amiga!
    A cada poema você se supera...♥
    Muito lindo!♥
    Beijos.
    Boa semana!
    Brasil♥♥♥

    ResponderEliminar
  4. Só hoje pude voltar a fazer um post, mas tive que fazer de uma forma como "NUNCA antes tinha feito"...
    isso originou que eu não posso escolher o tipo de letra, justificar o texto,
    escolher a cor da letra, enfim...
    um sem número de diferenças que não me agradam, de todo.

    Quem sabe, não será este o ponto de partida para eu "desistir" da blogosfera...

    Peço desculpa a quem me visita, se a aparência do post não for a mais aceitável, mas...muito sinceramente, não consigo fazer melhor.

    Bom fim de semana.
    Abraços outonais.

    ResponderEliminar