Veleja um barco ao largo,
tranportando a tua sede.
Um vento fugitivo,
escreve-lhe palavras nas velas,
que a tua voz vai ditando...
Absorvo o espanto,
e, colo a minha pele ao poema.
Nos poros da tua,
reinventas o meu corpo,
e, lá longe aconteces sem mim...
Sempre que a noite cai,
florescem labaredas,
e o sol nasce,
na palma das nossas mãos...
@Margusta
10/07/2011
*Reservados todos os direitos de autor
minha querida Margusta
ResponderEliminarHoje passando para te deixar um beijinho de amizade.
Sonhadora
Muito bonito. Os sentimentos à flor da (tua) pele...
ResponderEliminarBeijinho, querida Margusta
As horas navegam
ResponderEliminarao sabor do fugitivo vento
e do grito da noite!
Sorvo a sede das horas
com língua amante,
gota a gota,
com gosto a sal...
O sol... sempre nascerá nas nossas mãos!
Beijos!
AL
Querida amiga Margusta.
ResponderEliminarE quando o sol
nasce em nossas mãos,
elas se prolongam,
na sombra dos nossos dedos.
Meu beijo e meu carinho de sempre.
Victor Gil
As minhas mãos aplaudem!
ResponderEliminarTudo de bom.
E quando o sol nasce nas nossas mãos...
ResponderEliminarBeijo de carinho, minha doce amiga.
Lindo blog e lindos versos... Parabéns!
ResponderEliminarObrigada pela sua visita.
Beijinhos e parabéns!...
ResponderEliminarGosto do vestido e do chapéu!
Marizéza