Abri uma janela sobre ti .
Paralisei o tempo...
Nas imagens silenciosas,
e distantes, descerrei persianas no sentir.
Em línguas, de luz e sombras,
celebrei o desejo do instante...
Toquei os teus lábios, e invadi a tua boca,
de sal e mar.
Abstractas lembranças,
desenharam-se na intensidade da luz,
e partiram num beijo em viagem...
Agora, quedo-me debruçada na janela.
Retoco um quadro extinto,
que, ainda sonho e pinto...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor*
Foto
tirada do Jardim dos Capuchos, vista sobre a C. da Caparica
Olá, amiga!
ResponderEliminarPassei para matar a saudade do seu cantinho e da sua poesia.
Boa semana!!!
Beijinhos.
Itabira
Brasil
Se o retocas, o quadro não está extinto...
ResponderEliminar;-)
Beijinhos.