quinta-feira, 15 de abril de 2010

Um voo sem tempo...

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35 comentários:

  1. Querida Margusta
    Fico feliz em verificar que voltaste, espero que estejas melhor.
    Um grande beijo

    Bel

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  2. Voe, ou melhor, sobrevoe e mergulhe no mar, pois os pássaros do mar são generosos, eles bebem, mas não sugam, devolvem a água, agora abençoada, a quem tanto amor lhes deu. Logo, a querida Margusta voltará a falar com lindas palavras, como estas, que nos deu.
    *******

    Para você, minha amiga querida, que é crente como eu!

    *Creio no incrível, nas coisas assombrosas, na ocupação do mundo pelas Rosas, creio que o Amor tem asas de ouro.
    Natália Correira*

    Beijos!
    Valeu*************
    Bons Dias!

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  3. Ce minunat!
    Ma bucur cind te vad!
    Te imbratisez.:)
    Mariana Hera.

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  4. Fiquei a ler estas palavras tempo sem fim. Não tenho a certeza de ter percebido este 'voo' com os pássaros.
    De qualquer forma espero-te à beira-mar. Sempre.

    Um beijo, querida Margusta

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  5. voa com a vida e acompanha os passaros.

    abraço apertadinho

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  6. Só voa quem não tem peso a mais na alma... como tu...

    Beijos, querida amiga.

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  7. Minha querida
    Voe...mas nas asas do amor...lindo poema.


    Beijinhos
    Sonhadora

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  8. Tenho um quadro feito por mim para ofercer ,o blog vai fazer 2 anos
    Vai lá e tenta a tua sorte
    Bjs
    Graça

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  9. Olá Margusta, simplesmente belo...Espectacular....
    Beijos

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  10. Olá, amiga!
    Passei para ver as novidades.
    Bela imagem poética!
    Um ótimo fim de semana!
    Beijinhos.
    Itabira - Brasil

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  11. sem título
    como a vida que o não deve ter...
    yaya

    abrazo serrano envolto num viento caliente...

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  12. Ótimas imagens, referências e poesias!
    Adorei!
    Um grande abraço!
    Inês.

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  13. Aquí te amo.
    En los oscuros pinos se desenreda el viento.
    Fosforece la luna sobre las aguas errantes.
    Andan días iguales persiguiéndose.

    Se desciñe la niebla en danzantes figuras.
    Una gaviota de plata se descuelga del ocaso.
    A veces una vela. Altas, altas estrellas.

    O la cruz negra de un barco.
    Solo.
    A veces amanezco, y hasta mi alma está húmeda.
    Suena, resuena el mar lejano.
    Este es un puerto.
    Aquí te amo.

    Aquí te amo y en vano te oculta el horizonte.
    Te estoy amando aún entre estas frías cosas.
    A veces van mis besos en esos barcos graves,
    que corren por el mar hacia donde no llegan.

    Ya me veo olvidado como estas viejas anclas.
    Son más tristes los muelles cuando atraca la tarde.
    Se fatiga mi vida inútilmente hambrienta.
    Amo lo que no tengo. Estás tú tan distante.

    Mi hastío forcejea con los lentos crepúsculos.
    Pero la noche llega y comienza a cantarme.
    La luna hace girar su rodaje de sueño.

    Me miran con tus ojos las estrellas más grandes.
    Y como yo te amo, los pinos en el viento, quieren cantar tu nombre con sus hojas de alambre.

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  14. No céu

    No céu, se existe um céu para quem chora,
    céu, para as mágoas de quem sobre tanto...
    Se é lá do amor o foco, puro e santo,
    chama que brilha, mas que não devora...


    No céu se uma alma, nesse espaço mora,
    que a prece escuta e enxuga o nosso pranto...
    Se há Pai, que estenda sobre nós o manto
    do amor piedoso... que eu não sinto agora...


    No céu, ó virgem! findarão meus males:
    hei de lá renascer, eu que pareço
    aqui só ter nascido para dores,

    ali, ó lírio dos celetes vales!
    Tendo seu fim, terão o seu começo,
    para não mais findar nossos amores.

    Antero de Quental

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  15. Olá, querida Margusta!

    - Hoje trago-te uma coisa da terra que é bonita e tem lá dentro alegria. Chama-se vinho. Quem bebe fica cheio de alegria. (...) - É muito encarnado e muito perfumado - disse ela - Conta-me o que é o vinho.- (...) O seu sabor não sei contar. Bebe, se queres saber como é. E a menina do mar bebeu o vinho, riu-se e disse: - É bom e é alegre. Agora já sei o que é a terra. Agora já sei o que é o sabor da Primavera, do Verão e do Outono. Já sei o que é o sabor dos frutos. Já sei o que é a frescura das árvores. Já sei como é o calor de uma montanha ao sol.

    Sophia de Mello Breyner Andresen

    Porque assim como eu preciso, você também precisa. A palavra é Solidariedade.
    Estou voltando; aos poucos, melhor agora depois que te vi de amarelo, ai! Linda!!!!
    Beijosssss
    Tudo de bom!

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  16. De repente do riso fez-se o pranto
    Silencioso e branco como a bruma
    E das bocas unidas fez-se a espuma
    E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
    De repente da calma fez-se o vento
    Que dos olhos desfez a última chama
    E da paixão fez-se o pressentimento
    E do momento imóvel fez o drama.
    De repente, não mais que de repente
    Fez-se de triste o que se fez amante
    E de sozinho o que se fez contente
    Fez-se do amigo próximo o distante
    Fez-se da vida uma aventura errante
    De repente, não mais que de repente.

    Vinícius de Morais

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  17. Passei para te desejar uma boa semana, querida amiga, embora já seja terça-feira...
    Beijos.

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  18. Minha querida Margusta, que voem sempre as palavras, na direcção certa :)).

    Sempre linda!!!!!!!!


    Beijo em ti, amiga minha.

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  19. ESCREVER LAVA

    Geralmente é quando leio
    que o silêncio crepita distante.

    É preciso então parar.
    Prestar atenção:

    Uma folha em branco
    para conter a luz
    antes que se perca
    no escuro labirinto do momento.

    Sinto
    no ar seco
    a invisibilidade
    a que aspiro.

    E na catedral inexistente
    acendo uma vela imaginária
    com a palavra.

    Fabio Rocha www.fabiorocha.com.br

    (do livro ALQUIMIA)

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  20. Ó vento do norte, tão fundo e tão frio,

    Não achas, soprando por tanta solidão,

    Deserto, penhasco, coval mais vazio

    Que o meu coração!



    Indômita praia, que a raiva do oceano

    Faz louco lugar, caverna sem fim,

    Não são tão deixados do alegre e do humano

    Como a alma que há em mim!



    Mas dura planície, praia atra em fereza,

    Só têm a tristeza que a gente lhes vê;

    E nisto que em mim é vácuo e tristeza

    É o visto o que vê.



    Ah, mágoa de ter consciência da vida!

    Tu, vento do norte, teimoso, iracundo,

    Que rasgas os robles - teu pulso divida

    Minh'alma do mundo!



    Ah, se, como levas as folhas e a areia,

    A alma que tenho pudesses levar -

    Fosse pr'onde fosse, pra longe da idéia

    De eu ter que pensar!



    Abismo da noite, da chuva, do vento,

    Mar torvo do caos que parece volver -

    Porque é que não entras no meu pensamento

    Para ele morrer?



    Horror de ser sempre com vida a consciência!

    Horror de sentir a alma sempre a pensar!

    Arranca-me, ó vento; do chão da existência,

    De ser um lugar!



    E, pela alta noite que fazes mais escura,

    Pelo caos furioso que crias no mundo,

    Dissolve em areia esta minha amargura,

    Meu tédio profundo.



    E contra as vidraças dos que há que têm lares,

    Telhados daqueles que têm razão,

    Atira, já pária desfeito dos ares,

    O meu coração!



    Meu coração triste, meu coração ermo,

    Tornado a substância dispersa e negada

    Do vento sem forma, da noite sem termo,

    Do abismo e do nada!





    Fernando Pessoa

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  21. Além da Terra, além do Céu,

    no trampolim do sem-fim das estrelas,

    no rastro dos astros,

    na magnólia das nebulosas.

    Além, muito além do sistema solar,

    até onde alcançam o pensamento e o coração,

    vamos!

    vamos conjugar

    o verbo fundamental essencial,

    o verbo transcendente, acima das gramáticas

    e do medo e da moeda e da política,

    o verbo sempre amar,

    o verbo pluriamar,

    razão de ser e de viver.


    Carlos Drummond de Andrade

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  22. não vou chorar porque sei que vais voltar e casar comigo :)

    voa... com asas...

    aqui terás uma ...

    abrazo serrano

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  23. Que lindo esse vovo á beira mar, apetece-me também voar.
    Bjs

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  24. De mim para ti, Margusta!

    Um beijo mae querida!

    De Marizéza

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  25. Versos retirados do poema que postei no dia 4 de Dezembro de 2009



    Bebem dos meus lábios,
    as palavras,
    os pássaros.
    Voo com eles, sem rota marcada,
    ou direcção.
    Sigo-os de olhos fechados...

    Confio,
    nos sentidos, nas mãos e nos braços;
    - Asas castigadas!...
    No último suspiro,
    de um coração, sangrado,
    num silêncio algemado,
    no furtivo amor, entrelaçado na alma,
    inchada pela dor.
    Na lava que queima,
    nas cinzas,
    na aventura incerta,
    na boca em brasa,
    do beijo que deserta...

    Voo com os pássaros,
    sou a carta,
    sou o selo,
    e o carimbo,
    da paixão numa mortalha.
    (Re)Nascerei um dia,
    feita promessa de amor,
    em mensagem psicografada,
    com destinatário e morada.

    Voo,
    vou com os pássaros,
    deixo que me levem,
    e bebam nos meus lábios,
    toda e qualquer palavra...

    Maria Augusta Loureiro
    (Margusta)

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  26. Um feliz dia das mães, paz.
    Beijo Lisette.

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  27. por falar em passaros...
    apaixonei-me p0or um loiro e de olhos azuis
    ai opah! e eu que dormia seguido
    jaja

    abrazo serrano

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  28. Eu não tenho nada pra dizer*

    Você parece no momento até saber

    Como, quanto estou sofrendo


    Venha ver pelos olhos meus

    A emoção que sinto em estar aqui

    Seguir seu coração e amando



    Amigos para sempre

    É o que nós iremos ser

    Na primavera

    Ou em qualquer das estações

    Nas horas tristes

    Nos momentos de prazer

    Amigos para sempre



    Você pode estar longe

    Muito longe sim

    Mas por amá-lo

    Sinto você perto de mim

    E o meu coração contente



    Não nos perderemos

    Não o esquecerei

    Você é minha vida

    Tudo que sonhei

    Ligue-me qualquer dia



    Amigos para sempre

    É o que nós iremos ser

    Na primavera

    Ou em qualquer das estações

    Nas horas tristes

    Nos momentos de prazer

    Amigos para sempre


    Amigos para sempre...



    Vários compositores, remexidos agora pela Renata Cordeiro*

    beijos procê

    não consigo sair,
    Amigos para sempre....
    Te amo!

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  29. Talvez , porque assim, te sintas livre...
    Beijito.

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