Que o sono me salve amor,
que o sonho me leve,
a sobrevoar o teu corpo,
infinito nos meus olhos,
cometa da minha pele.
Voas?... Voo!...
Não te abrigues da luz amor,
o sol rasga a manhã,
e por entre o roseiral,
as asas das borboletas,
são beijos em vendaval.
Voo!... Voas?...
Que o sono nos salve amor,
que o sonho nos leve...
©Margusta Loureiro
*reservados todos os direitos de autor de texto e imagem.
terça-feira, 25 de agosto de 2015
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Devolve-me o meu nome...
Clandestino o destino,
destinou-me a esse lugar, onde as flores não têm nome,
nas mãos das palavras ocultas, a tactear lágrimas no silêncio
de tanto lamber recordações.
destinou-me a esse lugar, onde as flores não têm nome,
nas mãos das palavras ocultas, a tactear lágrimas no silêncio
de tanto lamber recordações.
Que a dor apodreça no secreto mistério da eternidade.
Que se semeiem estrelas no areal para que o tempo não morra,
a cada segundo de ausência.
Que se sacie a sede, na água salgada e na mansidão das marés..
Que o sol e a lua entrelacem os seus fios de luz
na teia dos meus sentidos,
e no cheiro a vinho maduro, do mosto do meu corpo efervescente,
nesta paixão pela vida!
Porque eu quero a ver o baloiçar das ondas,
do alto do abismo dos teus olhos,
e resgatar o meu nome...
Que se semeiem estrelas no areal para que o tempo não morra,
a cada segundo de ausência.
Que se sacie a sede, na água salgada e na mansidão das marés..
Que o sol e a lua entrelacem os seus fios de luz
na teia dos meus sentidos,
e no cheiro a vinho maduro, do mosto do meu corpo efervescente,
nesta paixão pela vida!
Porque eu quero a ver o baloiçar das ondas,
do alto do abismo dos teus olhos,
e resgatar o meu nome...
©Margusta Loureiro.
*reservados todos os direitos de autor de texto e imagem.
Siga-me aqui Artes&Letras de Margusta Loureiro
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sexta-feira, 24 de julho de 2015
Apaguei as caravelas dos olhos...
Espelhada nas pupilas a eternidade
foi dor de uma lágrima que correu veloz
agora alago-me de paz na serenidade
que me leva a caminho da foz.
Nascem-me na íris, os arcos em séries,
explosão colorida na ternura dos sonhos,
pois já não temo as intempéries
apaguei as caravelas dos olhos.
Na garganta o choro que já não dói
abafado nos lábios foi ultimo suspiro
junto à fronteira da desilusão.
E a tristeza ácida já não me corroí
afogou-se nas águas agitadas de um rio
pelos passos vermelhos da própria paixão.
© Margusta Loureiro
*reservados todos os direitos de autor de texto e imagem.
foi dor de uma lágrima que correu veloz
agora alago-me de paz na serenidade
que me leva a caminho da foz.
Nascem-me na íris, os arcos em séries,
explosão colorida na ternura dos sonhos,
pois já não temo as intempéries
apaguei as caravelas dos olhos.
Na garganta o choro que já não dói
abafado nos lábios foi ultimo suspiro
junto à fronteira da desilusão.
E a tristeza ácida já não me corroí
afogou-se nas águas agitadas de um rio
pelos passos vermelhos da própria paixão.
© Margusta Loureiro
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quarta-feira, 22 de julho de 2015
Saudade...
Molda-se a saudade nos fins de tarde,
em contornos de arestas feridas,
e retarda-se...
Sinto-a no pulsar dos segundos,
como se eclodissem dentro das minhas veias,
todas as horas vazias em busca de nós.
Nostálgico sentir!
Peço os teus braços,
mergulho neles,
selo entre o teu corpo e o meu,
a luz de todos os crepúsculos,
até ao nascer do dia,
em que o brilho dos teus olhos,
me ilumine o caminho do sonho.
©Margusta Loureiro
in ( Conto de Poetas- ParteII)
Antologia de vários Autores
Edição de " Nós Poetas Editamos"
*reservados todos os direitos de autor de texto e imagem.
terça-feira, 21 de julho de 2015
Ausência...
Não estás. Finjo que parti para longe,
e que aguardas o meu regresso.
Mas na placidez da tarde a saudade
entra-me pelos olhos, em estrondos de luz,
devolvendo-me a silhueta da tua ausência.
Afinal eu estou aqui, e na estação em que te vi partir,
os carris ainda marcam a distância,
num paralelismo cheio de melancolia.
Cheira a terra quente,
e nenhuma água sacia a minha sede...
©Margusta Loureiro
in " Conto de Poetas - Parte II " (vários autores)
Edição de "Nós Poetas Editamos "
*reservados todos os direitos de autor de texto e imagem.
segunda-feira, 20 de julho de 2015
Silêncio, que a minha alma chora...
Silêncio, que a minha alma chora,
leva-me de volta a casa,
tenho o coração partido,
ele era a minha única morada.
Silêncio, o céu perdeu o azul.
colei os olhos numa nuvem branca,
que foi levada pelo vento,
lá longe, escuto-lhe o soluçar.
Silêncio, que a minha alma chora,
leva-me de volta a casa ,
o meu coração está partido...
Tenho o olhar cego de memórias,
e as ruas estão vazias,
restaura o meu coração,
ele era a minha única morada...
Silêncio, as palavras perderam a boca,
estou perdida, estou sozinha,
um vento fugitivo abraça-me,
leva-me de volta a casa...
Silêncio, além do silêncio cheira a frio,
e uma pomba branca voa,
estou perdida, estou sozinha
leva-me de volta a casa...
A minha alma chora... silêncio...
tenho o coração partido,
ele era a minha única morada...
©Margusta Loureiro
*reservados todos os direitos de autor de texto e imagem.
Publicado em Artes&Letras de Margusta Loureiro
O som do silêncio...
segunda-feira, 29 de junho de 2015
sábado, 30 de março de 2013
Do teu corpo, a aurora nos meus olhos...
(imagem por Margusta Loureiro)
Num olhar,
trespasso o teu corpo em silêncio...
Debaixo da pele palpita-te um desejo antigo,
nas línguas de um fogo (in) submerso,
ardor, ardente no acetinado da carne,
derramando nas noites a promessa.
das madrugadas onde o corpo arde.
No incêndio dos corpos,
abafa-se o bafo do vulcão,
com o sangue a explodir nas veias,
como um punhal de prazer,
a esquartejar os sentidos.
E, a tua alma habita-me,
sempre que a galope a aurora,
rasga a manhã, em busca da claridade,
transbordante em meus olhos....
©Margusta Loureiro
Agora estou AQUI
Conto com a tua visita :)
Num olhar,
trespasso o teu corpo em silêncio...
Debaixo da pele palpita-te um desejo antigo,
nas línguas de um fogo (in) submerso,
ardor, ardente no acetinado da carne,
derramando nas noites a promessa.
das madrugadas onde o corpo arde.
No incêndio dos corpos,
abafa-se o bafo do vulcão,
com o sangue a explodir nas veias,
como um punhal de prazer,
a esquartejar os sentidos.
E, a tua alma habita-me,
sempre que a galope a aurora,
rasga a manhã, em busca da claridade,
transbordante em meus olhos....
©Margusta Loureiro
Agora estou AQUI
Conto com a tua visita :)
quarta-feira, 27 de junho de 2012
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