quarta-feira, 2 de maio de 2012
quarta-feira, 28 de março de 2012
100 000 visualizações.
Os meus " Momentos Sentidos" atingiram as 100 000 visualizações.
Muito Obrigada a todos quantos têm passado, apesar de andar afastada dos blogs nos últimos tempos.
Abraço de carinho,
Margusta
Muito Obrigada a todos quantos têm passado, apesar de andar afastada dos blogs nos últimos tempos.
Abraço de carinho,
Margusta
sexta-feira, 23 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Feliz Natal
Vídeo feito por mim em 18/12/2010 .
Renovo a mensagem que acompanha o vídeo...
Dedicado aos que sofrem em todo o mundo. Muito em especial a todas as crianças vítimas da guerra, fome e doenças...aos idosos abandonados, aos desprotegidos, e a todos aqueles que sofrem em silêncio...
Aos meus familiares e amigos...a todos aqueles que amo!...
Santo e Feliz Natal!!!...
Margusta
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
" Carpe Diem "
Doce a tarde, desce em favos de mel . Aquieto-me embevecida aqui neste
recanto do jardim " Carpe Diem ", pudera eu segurar o tempo na palma das
mãos!...
A paz desceu sobre a terra, e medita em cada coisa. Sente-se que tudo está no seu lugar. Não existe diferença entre as pétalas das flores, e os espinhos dos catos, que no canteiro em frente se entrelaçam. A mesma beleza!...
Em momentos assim, talvez os sonhos até sejam objectos que possa tocar.
Escrevesse eu pela manhã, bem cedo, e apenas saberia falar-te do vazio crescente, da tristeza que se me embolava no peito, e, me tornava o corpo e a alma frágeis,
ao ponto de me emocionar, com tudo, e por nada.
Parecia que um regato soluçava dentro de mim, a caminho de um rio de margens magoadas pelas ilusões, que ficavam presas no lodo.
E, não me saía da cabeça a imagem daquela mulher, de olhos grandes, entre paredes, iluminada por uma luz ténue. Uns olhos que falavam de tantas coisas misteriosas,
como o é, o mistério da própria vida, e a alma insondável do mundo. Tinha visto a imagem numa revista enquanto tomava indolentemente o pequeno almoço. Identifiquei-me com ela!...
Perturbou-me. Mas de forma positiva. Se a vida não tivesse mistérios, tudo se tornaria demasiado previsível, e, os dias seriam o rosto do próprio tédio.
E eu a única coisa que quero de previsível, em todos os dias da minha vida, é a tua voz. Alimento do coração e da alma, que me desfragmenta a monotonia da existência, que por vezes se instala.
Voz que chega como uma onda, e me penetra em todos os poros, como se o meu corpo fosse a areia seca da praia, absorvendo cada gota, até que o momento mágico se repita, coroado de esperas ardentes.
Começa a levantar-se uma brisa fresca, nos prédios em frente noto que o sol desce veloz, como se não houvesse tempo para preguiças . A temperatura, começa agora a baixar de um modo brusco, só
assim me apercebo com um arrepio na pele, que afinal é Outono. Os dias vão encolhendo, para dar lugar à noite.
O céu límpido e azul cobrir-se-à de estrelas em comunhão com a lua. Será a hora dos amantes e poetas, ensejo alado dos sonhadores...
No silêncio, poderemos sentir a alma não só do mundo, mas de todo o Universo, despido em constelações. E, os meus olhos vestir-se-ão de mistério, como os daquela mulher.
Quando o sono me vencer, atravessarei a distância, e arderei no teu coração...
Maria Augusta Loureiro
(Margusta)
08/10/2011
A paz desceu sobre a terra, e medita em cada coisa. Sente-se que tudo está no seu lugar. Não existe diferença entre as pétalas das flores, e os espinhos dos catos, que no canteiro em frente se entrelaçam. A mesma beleza!...
Em momentos assim, talvez os sonhos até sejam objectos que possa tocar.
Escrevesse eu pela manhã, bem cedo, e apenas saberia falar-te do vazio crescente, da tristeza que se me embolava no peito, e, me tornava o corpo e a alma frágeis,
ao ponto de me emocionar, com tudo, e por nada.
Parecia que um regato soluçava dentro de mim, a caminho de um rio de margens magoadas pelas ilusões, que ficavam presas no lodo.
E, não me saía da cabeça a imagem daquela mulher, de olhos grandes, entre paredes, iluminada por uma luz ténue. Uns olhos que falavam de tantas coisas misteriosas,
como o é, o mistério da própria vida, e a alma insondável do mundo. Tinha visto a imagem numa revista enquanto tomava indolentemente o pequeno almoço. Identifiquei-me com ela!...
Perturbou-me. Mas de forma positiva. Se a vida não tivesse mistérios, tudo se tornaria demasiado previsível, e, os dias seriam o rosto do próprio tédio.
E eu a única coisa que quero de previsível, em todos os dias da minha vida, é a tua voz. Alimento do coração e da alma, que me desfragmenta a monotonia da existência, que por vezes se instala.
Voz que chega como uma onda, e me penetra em todos os poros, como se o meu corpo fosse a areia seca da praia, absorvendo cada gota, até que o momento mágico se repita, coroado de esperas ardentes.
Começa a levantar-se uma brisa fresca, nos prédios em frente noto que o sol desce veloz, como se não houvesse tempo para preguiças . A temperatura, começa agora a baixar de um modo brusco, só
assim me apercebo com um arrepio na pele, que afinal é Outono. Os dias vão encolhendo, para dar lugar à noite.
O céu límpido e azul cobrir-se-à de estrelas em comunhão com a lua. Será a hora dos amantes e poetas, ensejo alado dos sonhadores...
No silêncio, poderemos sentir a alma não só do mundo, mas de todo o Universo, despido em constelações. E, os meus olhos vestir-se-ão de mistério, como os daquela mulher.
Quando o sono me vencer, atravessarei a distância, e arderei no teu coração...
Maria Augusta Loureiro
(Margusta)
08/10/2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Asas recolhidas...
Recuso- me a voltar. O tempo vai ficar para trás e
vai guardar o perfume de todas as flores, mesmo o daquelas,
que nunca recebi.
Recuso-me a voltar. Foi tão difícil chegar aqui. A dor da transformação,
tolheu-me os membros, embora o aroma dos sonhos ainda paire pela casa, e na cama vazia. Ainda existe um poema por desvendar no fundo do meus olhos...
Hoje não voei sobre o campo de açucenas. Tenho as mãos vazias de pólen. Enfraquecida enrolo-me no próprio corpo. Uma borboleta também tem o direito de se sentir triste, e colar-se à própria pele...
@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
vai guardar o perfume de todas as flores, mesmo o daquelas,
que nunca recebi.
Recuso-me a voltar. Foi tão difícil chegar aqui. A dor da transformação,
tolheu-me os membros, embora o aroma dos sonhos ainda paire pela casa, e na cama vazia. Ainda existe um poema por desvendar no fundo do meus olhos...
Hoje não voei sobre o campo de açucenas. Tenho as mãos vazias de pólen. Enfraquecida enrolo-me no próprio corpo. Uma borboleta também tem o direito de se sentir triste, e colar-se à própria pele...
@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
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