
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Na palma das nossas mãos....
Veleja um barco ao largo,
tranportando a tua sede.
Um vento fugitivo,
escreve-lhe palavras nas velas,
que a tua voz vai ditando...
Absorvo o espanto,
e, colo a minha pele ao poema.
Nos poros da tua,
reinventas o meu corpo,
e, lá longe aconteces sem mim...
Sempre que a noite cai,
florescem labaredas,
e o sol nasce,
na palma das nossas mãos...
@Margusta
10/07/2011
*Reservados todos os direitos de autor
tranportando a tua sede.
Um vento fugitivo,
escreve-lhe palavras nas velas,
que a tua voz vai ditando...
Absorvo o espanto,
e, colo a minha pele ao poema.
Nos poros da tua,
reinventas o meu corpo,
e, lá longe aconteces sem mim...
Sempre que a noite cai,
florescem labaredas,
e o sol nasce,
na palma das nossas mãos...
@Margusta
10/07/2011
*Reservados todos os direitos de autor
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Quando te chamava amor...
Quando o desejo dava as mãos,
pelas catedrais dos Deuses,
mergulhava na água sedenta do teu corpo,
e dizia baixinho ...
_ Meu Amor!
Com o sol ainda a queimar os lábios,
brotava no meu ventre a água doce,
da apoteose do ser... e da
sede a saciar...
A rir , deslizava os dedos,
no teu peito, ao ouvido a sussurrar...
_ Meu amor, os poetas são feitos
de fogo e mar!
Maria Augusta Loureiro
Margusta
*reservados todos os direitos de autor
( Já AQUI publicado em 9 de Julho de 2010 )
Visitem-me em Artes & Letras de Margusta Loureiro
pelas catedrais dos Deuses,
mergulhava na água sedenta do teu corpo,
e dizia baixinho ...
_ Meu Amor!
Com o sol ainda a queimar os lábios,
brotava no meu ventre a água doce,
da apoteose do ser... e da
sede a saciar...
A rir , deslizava os dedos,
no teu peito, ao ouvido a sussurrar...
_ Meu amor, os poetas são feitos
de fogo e mar!
Maria Augusta Loureiro
Margusta
*reservados todos os direitos de autor
( Já AQUI publicado em 9 de Julho de 2010 )
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terça-feira, 21 de junho de 2011
Eva...
Eva sem Paraíso ,
pecadora,
culpada ou inocente,
talvez louca,
em gestos (de)mente,
vindima raios de sol,
e guarda-os no ventre...
Fruto que fermenta,
vida,
em corpo abençoado.
Rumo ao horizonte,
parte uma criança húmida.
Entre os dedos,
(des) tece a luz da sombra...
Eva,
quem sabe virtude,
ou talvez pecado...
@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A Luz nos une...
Sou a porta que atravessas,
para entrares em ti.
Quando esvazio os olhos,
para que a luz dos teus,
nos percorra a alma...
@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
para entrares em ti.
Quando esvazio os olhos,
para que a luz dos teus,
nos percorra a alma...
@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
terça-feira, 31 de maio de 2011
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Bailam silhuetas no crepúsculo...
Sei do fogo que te flagela as veias,
com cavalos a galope,
do freio que lhes morde o desejo,
nas planícies verdes do teu peito,
do cheiro a flores campestres,
dos veios de água ,
do voo azul das borboletas,
das tuas mãos cheias de sonhos,
das aves que delas esvoaçam,
quando delas abres mão, e são,
asas , penas, pássaros, palavras,
trinados de emoção...
Sei das melodias da Primavera,
sei do mar e sei da terra,
dos aromas que chegam no vento,
de um Verão fora do tempo,
da luz sonhada, do momento ,
do jogo de sombras,
de contornos fugitivos,
em personagens distorcidos,
no poente dos meus olhos...
Sei de um lugar que nos seduz,
onde bailam corpos que se amam,
entre fronteiras,
na silhueta das tuas veias,
em contra luz ...
@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
com cavalos a galope,
do freio que lhes morde o desejo,
nas planícies verdes do teu peito,
do cheiro a flores campestres,
dos veios de água ,
do voo azul das borboletas,
das tuas mãos cheias de sonhos,
das aves que delas esvoaçam,
quando delas abres mão, e são,
asas , penas, pássaros, palavras,
trinados de emoção...
Sei das melodias da Primavera,
sei do mar e sei da terra,
dos aromas que chegam no vento,
de um Verão fora do tempo,
da luz sonhada, do momento ,
do jogo de sombras,
de contornos fugitivos,
em personagens distorcidos,
no poente dos meus olhos...
Sei de um lugar que nos seduz,
onde bailam corpos que se amam,
entre fronteiras,
na silhueta das tuas veias,
em contra luz ...
@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Exaltação ao Poeta
Que doam feridas no peito,
e que se escutem lamentos,
em tempo algum será desfeito,
o abraço dos momentos.
Que galopem cavalos brancos,
e mesmo de outras cores,
a saudade nasce de encantos,
a saudade tem sabores!...
A madrugada meu Poeta,
só tu a sabes atravessar,
de forma única e suprema.
Mas se a dor te inquieta
e, a saudade não te largar
bebe Poeta o meu poema!...
@Margusta
2008
quinta-feira, 19 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
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