quarta-feira, 25 de maio de 2011

Exaltação ao Poeta





Que doam feridas no peito,

e que se escutem lamentos,

em tempo algum será desfeito,

o abraço dos momentos.


Que galopem cavalos brancos,

e mesmo de outras cores,

a saudade nasce de encantos,

a saudade tem sabores!...


A madrugada meu Poeta,

só tu a sabes atravessar,

de forma única e suprema.


Mas se a dor te inquieta

e, a saudade não te largar

bebe Poeta o meu poema!...


@Margusta
2008

quinta-feira, 19 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Da voz e do sonho....

* Reservados todos os direitos de autor

quinta-feira, 5 de maio de 2011

FOGE-ME A ALMA...


* Reservados todos os direitos de autor

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Estrela caída...

Silêncio feito
nas pétalas amortalhadas,
numa colcha branca,
suspirando o fim.
O café fora de horas,
o cigarro apagado,
a tarde caindo,
desenhando no céu,
círculos de asas,
negras como a noite,
voam andorinhas.
Uma estrela caída,
uma constelação ferida,
um sol dourado.
Uma decisão, uma saída,
uma porta para a vida,
um amor adiado...

@Margusta
Maria Augusta Loureiro

* Reservados todos os direitos de autor

sábado, 23 de abril de 2011

Do meu àlbum "Floral" no Facebook

Votos de uma Páscoa Muito  Feliz a todos os que aqui passarem...

Para escutar por favor desligar a música no painel acima .

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Matern(a)idade



Da seiva escondida ,
 e das raízes  no ventre,
 abrindo as  pétalas,
no  corpo da mulher,
 a fénix  da  vida,
é   carne e  sangue,
 ciclo e  suco ,
 seios em botão , 
 parto de luz,
  amor  e paixão !...

@Margusta

*Reservados todos os direitos de autor
Imagem da net

quinta-feira, 7 de abril de 2011

A-Mar...

Numa pauta suplicante,
 bem distante,
 escuto uma suave melodia
de notas a vibrar...
 No meu  sorriso, cresce,
um desejo planetário,
incandescente, incendiário...
  E ao longe,
 as marés a rebentar,
 repetem , sem cansar,
o refrão do mar...
Amar...Amar...Amar!...

@Margusta
* Reservados todos os direitos de autor



domingo, 3 de abril de 2011

Recebo-te  com um sorriso aberto.
Os braços, elevam-se ao lugar onde os sonhos ainda permanecem. Seguram-nos a suavidade das mãos. Sento-me no teu colo macio e firme , e aspiro o teu perfume. Existe um calor envolvente no ar , uma luz que me cega e me seduz. Deixo que o meu corpo toque o teu , num doce espreguiçar , e afundo-me nos teus olhos. Sou tua, inteiramente tua!...
Sabes  bem que não te resisto. Por isso volto sempre aqui, a este lugar,  quando o gelo derrete e o fogo se acende, em ti mãe natureza...

@Margusta
01/04/2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

Por amor...

Veio fria e sonolenta,
nos resquícios de uma noite mal dormida,
onde o amor foi   palavra  derramada,
na  paixão fermentada  em silêncio,
num céu qualquer, de um lugar distante,
com as  estrelas a  orvalhar ,
flores semeadas no deserto.

No meio de pétalas já sem vida,
veio na esperança de se aconchegar,
dentro do  ventre quente e húmido,
de uma abelha faminta,
presa aos lábios da flor eleita,
onde se deixaria morrer.
Flor de laranja e mel,
de pétalas  frágeis acariciava,
a delicadeza do amor polonizado ,
musicando a brisa no prelúdio,
que antecipava a explosão,
solar do alvorecer...

Maria Augusta Loureiro
(Margusta) 

* Reservados todos os direitos  de autor