sexta-feira, 19 de novembro de 2010
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Poema " Quem Sou... " de Albino Santos em vídeo-poema.
Sou uma alvorada de desejos vagabundos,
deslizando no teu corpo ardente.
Sou a leveza própria das asas que voam
espreitando todos os ventos que me possam levar até ti.
Sou a sintese de todos os ecos,
o grito que calei para que outros irrompessem.
Sou a intima raíz do tempo
onde as palavras dormem docemente.
Sou a fantasia que se arrasta pelo chão,
tentando esconder esta amarga solidão.
Sou um horizonte distante,
onde as luzes se apagam, lentamente,
esperando um por-de-sol.
Sou lampejos de átomo,
atravessando luas de fogo em teus lábios ausentes.
Sou o mais doce e ardente pecado
que habita e se oculta em teus olhos de orgasmos.
.
Quem sou?
Sou o teu segredo de todas as horas,
uma constelação silenciosa, que explode na intimidade
da noite, quando em poesia nos damos!
.
albino santos
@ Reservados todos os Direitos de Autor
http://as-poliedro.blogspot.com/
Vídeo produção de Margusta
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Poema " Aguardo-te..." ( o vídeo)
Nas dobras das minhas mãos,
aguardo(te)...
Escorrem-me veios de água na ponta dos dedos
Quero percorrer-te no tamanho do (im)possível,
e fazer e(s)coar em ti o (a)mar dos sentidos.
Aguardo os teus passos, na clausura dos dias,
em corredores de silêncio,
nas avenidas das veias,
com caravelas no sangue...
Sei que chegarás!...
Como sempre chegou o céu estrelado,
com o luar de Agosto.
Como a luz que trespassa a sombra,
e como a noite, onde o sol sempre fundeia...
És o mar e a onda.
A maresia onde o desejo se liberta,
nas manhãs liquidas de névoa,
em que por entre marés, a esperança,
cavalga molhada no dorso das vagas,
Sei que chegarás!...
Deixo que a paixão,
se ocupe das letras,
como um incêndio a devorar metáforas,
que nem os veios de água,
que brotam dos meus dedos,
conseguem apagar...
Aguardo-te!...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor
aguardo(te)...
Escorrem-me veios de água na ponta dos dedos
Quero percorrer-te no tamanho do (im)possível,
e fazer e(s)coar em ti o (a)mar dos sentidos.
Aguardo os teus passos, na clausura dos dias,
em corredores de silêncio,
nas avenidas das veias,
com caravelas no sangue...
Sei que chegarás!...
Como sempre chegou o céu estrelado,
com o luar de Agosto.
Como a luz que trespassa a sombra,
e como a noite, onde o sol sempre fundeia...
És o mar e a onda.
A maresia onde o desejo se liberta,
nas manhãs liquidas de névoa,
em que por entre marés, a esperança,
cavalga molhada no dorso das vagas,
Sei que chegarás!...
Deixo que a paixão,
se ocupe das letras,
como um incêndio a devorar metáforas,
que nem os veios de água,
que brotam dos meus dedos,
conseguem apagar...
Aguardo-te!...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Momentos de Margusta - 2010
Para ver o vídeo, por favor desligar a música no painel da música do blog.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Cada vez mais breve...
Corre um rio de água ,
no relógio do tempo.
Pingam os minutos gastos...
E de tantas vezes a escrever,
a dor,
é cada vez mais breve...
Talvez um dia, volte às margens,
do teu peito espesso,
onde morro, renasço e recomeço,
em palavras com aros de ternura...
Prisão da alma, de um sonho
escravatura,
que, diz-se que desvanece,
mas floresce e cresce,
submerso em loucura...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
*Reservados todos os direitos de autor
no relógio do tempo.
Pingam os minutos gastos...
E de tantas vezes a escrever,
a dor,
é cada vez mais breve...
Talvez um dia, volte às margens,
do teu peito espesso,
onde morro, renasço e recomeço,
em palavras com aros de ternura...
Prisão da alma, de um sonho
escravatura,
que, diz-se que desvanece,
mas floresce e cresce,
submerso em loucura...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
*Reservados todos os direitos de autor
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Felina...
Sózinha e felina.. Docemente felina!...
Abraço a terra quente. Ardente! Assim, como eu.
Sei, agora, mais do que nunca o que sinto. Sinto-me selvagem.!...
No meu seio , em chamas, ardem segredos.
Abre -se um livro há muito fechado. Exposta. Fico de alma exposta, aqui na boca da natureza , nesta passividade de mulher vencida.
Escuto o som do vento. Uma breve brisa, faz bailar os meus cabelos, sussurrando no meu ouvido :
_ Diz-me que sim!
Nela sinto a tua presença, não precisavas usar as palavras.
Um suave odor a pinho, invade as minhas narinas. Pinho fresco, acabado de cair.
Deito-me por completo, e rastejo na terra, sinto-lhe o cheiro. As minhas mãos percorrem as cascas da árvore. Abraço-a. Nos frutos amadurecidos dos meus olhos escuros, desenha-se um sorriso triste , de sabor amargo, que me escorre pelos cantos da boca... Amargamente felina!... (penso) .
Talvez o encanto esteja no ventre da terra. Talvez o amor e a paixão habitem por lá. Criarei raízes. A terra há-de saciar-me!
Daqui assistirei à vida. Verei sempre o por do sol , e dormirei com a lua. Descansarei de percorrer os caminhos no teu encalço. Os teus caminhos são sempre muito longos, e cheios de desvios...
Sempre que passares hás-de ver o meu corpo, que já foi de sereia (agora com raízes preso ao chão), ondular ao vento e dirás num lamento:
_ O seu choro e o seu riso, já foram meus...
E a recordação de mim, far-te-à procurar-me em todas as coisas...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor
Este texto foi baseado nos comentários que alguns amigos me deixaram nesta foto no Facebook. Foi-lhes prometido que faria um poema com algumas das palavras usadas por eles, mas acabou por sair este texto.
Abraço a terra quente. Ardente! Assim, como eu.
Sei, agora, mais do que nunca o que sinto. Sinto-me selvagem.!...
No meu seio , em chamas, ardem segredos.
Abre -se um livro há muito fechado. Exposta. Fico de alma exposta, aqui na boca da natureza , nesta passividade de mulher vencida.
Escuto o som do vento. Uma breve brisa, faz bailar os meus cabelos, sussurrando no meu ouvido :
_ Diz-me que sim!
Nela sinto a tua presença, não precisavas usar as palavras.
Um suave odor a pinho, invade as minhas narinas. Pinho fresco, acabado de cair.
Deito-me por completo, e rastejo na terra, sinto-lhe o cheiro. As minhas mãos percorrem as cascas da árvore. Abraço-a. Nos frutos amadurecidos dos meus olhos escuros, desenha-se um sorriso triste , de sabor amargo, que me escorre pelos cantos da boca... Amargamente felina!... (penso) .
Talvez o encanto esteja no ventre da terra. Talvez o amor e a paixão habitem por lá. Criarei raízes. A terra há-de saciar-me!
Daqui assistirei à vida. Verei sempre o por do sol , e dormirei com a lua. Descansarei de percorrer os caminhos no teu encalço. Os teus caminhos são sempre muito longos, e cheios de desvios...
Sempre que passares hás-de ver o meu corpo, que já foi de sereia (agora com raízes preso ao chão), ondular ao vento e dirás num lamento:
_ O seu choro e o seu riso, já foram meus...
E a recordação de mim, far-te-à procurar-me em todas as coisas...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor
Este texto foi baseado nos comentários que alguns amigos me deixaram nesta foto no Facebook. Foi-lhes prometido que faria um poema com algumas das palavras usadas por eles, mas acabou por sair este texto.
sábado, 21 de agosto de 2010
SENTE!!!
Sou os contornos do desejo,
modelado pelo poente.
SENTE !!!
O silêncio são apenas sílabas dispersas,
neste grito de nós,
em que a vitória do eco,
vence a voz...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Sei que chegarás!...
Nas dobras das minhas mãos,
aguardo(te)...
Escorrem-me veios de água na ponta dos dedos.
Quero percorrer-te no tamanho do (im)possível,
e fazer e(s)coar em ti o (a)mar dos sentidos.
Aguardo os teus passos,
na clausura dos dias,
em corredores de silêncio,
nas avenidas das veias,
com caravelas no sangue...
Sei que chegarás!...
Como sempre chegou o céu estrelado,
com o luar de Agosto.
Como a luz que trespassa a sombra,
e como a noite, onde o sol sempre fundeia...
És o mar e a onda.
A maresia onde o desejo se liberta,
nas manhãs liquidas de névoa,
em que por entre marés, a esperança,
cavalga molhada no dorso das vagas.
Sei que chegarás!...
Deixo que a paixão, se ocupe das letras,
como um incêndio a devorar metáforas,
que nem os veios de água,
que brotam dos meus dedos,
conseguem apagar...
Aguardo-te!...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor
.
aguardo(te)...
Escorrem-me veios de água na ponta dos dedos.
Quero percorrer-te no tamanho do (im)possível,
e fazer e(s)coar em ti o (a)mar dos sentidos.
Aguardo os teus passos,
na clausura dos dias,
em corredores de silêncio,
nas avenidas das veias,
com caravelas no sangue...
Sei que chegarás!...
Como sempre chegou o céu estrelado,
com o luar de Agosto.
Como a luz que trespassa a sombra,
e como a noite, onde o sol sempre fundeia...
És o mar e a onda.
A maresia onde o desejo se liberta,
nas manhãs liquidas de névoa,
em que por entre marés, a esperança,
cavalga molhada no dorso das vagas.
Sei que chegarás!...
Deixo que a paixão, se ocupe das letras,
como um incêndio a devorar metáforas,
que nem os veios de água,
que brotam dos meus dedos,
conseguem apagar...
Aguardo-te!...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor
.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Sensitiva (mente ) ...
Abri uma janela sobre ti .
Paralisei o tempo...
Nas imagens silenciosas,
e distantes, descerrei persianas no sentir.
Em línguas, de luz e sombras,
celebrei o desejo do instante...
Toquei os teus lábios, e invadi a tua boca,
de sal e mar.
Abstractas lembranças,
desenharam-se na intensidade da luz,
e partiram num beijo em viagem...
Agora, quedo-me debruçada na janela.
Retoco um quadro extinto,
que, ainda sonho e pinto...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor*
Foto tirada do Jardim dos Capuchos, vista sobre a C. da Caparica
sábado, 24 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Fostes (m)eu...
Eras (m)eu,
quando a boca da alvorada,
se abria em lábios vestidos de bruma,
clamando por ti, e nos meus olhos,
amanhecia o brilho da seda...
Eras (m)eu,
quando num acto de amor,
transpunha a névoa ,
abria fendas no sol , e em rituais de fogo,
recolhia em mim o calor de todas as coisas ,
onde se incendiavam corpos...
Eras (m)eu,
quando à hora do crepúsculo ,
possuídas de saudade, todas as aves do céu,
se aninhavam no meu peito,
em busca da Primavera...
Eras eu, e eras meu,
quando recolhidas as pálpebras,
no silêncio do son(h)o,
repousavas nos meus braços,
até que a boca da alvorada,
com lábios vestidos de bruma,
chamava por ti...
Fostes (m)eu ! ...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
* Reservados todos os direitos de autor
quarta-feira, 14 de julho de 2010
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Quando te chamava amor...
Quando o desejo dava as mãos,
pelas catedrais dos Deuses,
mergulhava na água sedenta do teu corpo,
e dizia baixinho ...
_Meu Amor!
Com o sol ainda a queimar os lábios,
brotava no meu ventre a água doce,
da apoteose do ser... e da
sede a saciar...
A rir , deslizava os dedos,
no teu peito, ao ouvido a sussurrar...
_ Meu amor , os poetas são feitos
de fogo e mar!
Maria Augusta Loureiro
Margusta
*reservados todos os direitos de autor
pelas catedrais dos Deuses,
mergulhava na água sedenta do teu corpo,
e dizia baixinho ...
_Meu Amor!
Com o sol ainda a queimar os lábios,
brotava no meu ventre a água doce,
da apoteose do ser... e da
sede a saciar...
A rir , deslizava os dedos,
no teu peito, ao ouvido a sussurrar...
_ Meu amor , os poetas são feitos
de fogo e mar!
Maria Augusta Loureiro
Margusta
*reservados todos os direitos de autor
quinta-feira, 1 de julho de 2010
No Abismo do Amor...
Tinha(s) nome, contornos e uma boca.
Tinha(s) palavras acesas no olhar.
Tinha(s) o espaço vagabundo,
num coração que se quer dar.
Nos braços sempre abertos, tinha(s) o azul profundo,
das águas sedutoras do (a)mar...
Entre o céu e a terra,
tinha(s) nas mãos suspensas,
a luz de todos os vitrais,
e a revelação dos corpos,
num mar imenso de desejos,
de cores divinas e astrais.
Toquei(te), beijei(te), senti(te)!...
Iluminei(te) os sentidos,
e,
escutei(te) os delírios ... numa esquina onde o tempo sorria,
mesmo à beira de um abismo em flor,
onde se precipitavam as palavras dilaceradas,
de um (des)amor...
Tinha(s) palavras acesas no olhar.
Tinha(s) o espaço vagabundo,
num coração que se quer dar.
Nos braços sempre abertos, tinha(s) o azul profundo,
das águas sedutoras do (a)mar...
Entre o céu e a terra,
tinha(s) nas mãos suspensas,
a luz de todos os vitrais,
e a revelação dos corpos,
num mar imenso de desejos,
de cores divinas e astrais.
Toquei(te), beijei(te), senti(te)!...
Iluminei(te) os sentidos,
e,
escutei(te) os delírios ... numa esquina onde o tempo sorria,
mesmo à beira de um abismo em flor,
onde se precipitavam as palavras dilaceradas,
de um (des)amor...
Maria Augusta Loureiro
Margusta
*Reservados todos os direitos de autor
Imagem retirada da net
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sexta-feira, 18 de junho de 2010
(e)Terno (a)Mar - Livro de Margusta
Bebem
dos meus lábios,
as palavras,
os pássaros.
Voo com eles, sem rota marcada,
ou direcção.
Sigo-os de olhos fechados...
Confio,
nos sentidos, nas mãos e nos braços;
- Asas castigadas!...
No último suspiro,
de um coração, sangrado,
num silêncio algemado,
no furtivo amor, entrelaçado na alma,
inchada pela dor.
Na lava que queima,
nas cinzas,
na aventura incerta,
na boca em brasa,
do beijo que deserta...
Voo com os pássaros,
sou a carta,
sou o selo,
e o carimbo,
da paixão numa mortalha.
(Re)Nascerei um dia,
feita promessa de amor,
em mensagem psicografada,
com destinatário e morada.
Voo,
vou com os pássaros,
deixo que me levem,
e bebam nos meus lábios,
toda e qualquer palavra...
as palavras,
os pássaros.
Voo com eles, sem rota marcada,
ou direcção.
Sigo-os de olhos fechados...
Confio,
nos sentidos, nas mãos e nos braços;
- Asas castigadas!...
No último suspiro,
de um coração, sangrado,
num silêncio algemado,
no furtivo amor, entrelaçado na alma,
inchada pela dor.
Na lava que queima,
nas cinzas,
na aventura incerta,
na boca em brasa,
do beijo que deserta...
Voo com os pássaros,
sou a carta,
sou o selo,
e o carimbo,
da paixão numa mortalha.
(Re)Nascerei um dia,
feita promessa de amor,
em mensagem psicografada,
com destinatário e morada.
Voo,
vou com os pássaros,
deixo que me levem,
e bebam nos meus lábios,
toda e qualquer palavra...
Quem estiver
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eternoamar.margusta@gmail.com
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