Repousam as palavras dentro de mim.
Desenha-se a eternidade dos momentos, nos meus olhos, como o voo de uma gaivota...
Se desaprendo ou aprendo a poesia?
Não sei...talvez a poeta esteja morta!...
Maria Augusta Loureiro
(Margusta)
Reservados todos os direitos de autor
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
É com o maior "prazer", "alegria" e muito AMOR, que participo nesta exposição, á semelhança da efectuada em Junho passado no
SANA HOTEL MALHOA em Lisboa, durante o 1º Congresso Internacional sobre o Autismo.
O valor das obras leiloadas na altura reverteu a favor do
Centro ABCReal Portugal.
Desta vez destina-se às Crianças das Unidades da Escola de OIÃ de Oliveira do Bairro . Unidade Especializada de Multideficiência (Surdocegueira, Trisoma 21 e Autismo).
Organizada pela Cãmara de Oliveira do Bairro,Galeria DaVinci e ExpoArt’s.Molinero.
Para doação escolhi a tela " Voos de Esperança", porque se trata de crianças, e porque precisam de VOOS de ESPERANÇA, Muitos VOOS de ESPERANÇA!...
Para quem poder visite a exposição, fica aqui o convite.
Bem Hajam!
SANA HOTEL MALHOA em Lisboa, durante o 1º Congresso Internacional sobre o Autismo.
O valor das obras leiloadas na altura reverteu a favor do
Centro ABCReal Portugal.
Desta vez destina-se às Crianças das Unidades da Escola de OIÃ de Oliveira do Bairro . Unidade Especializada de Multideficiência (Surdocegueira, Trisoma 21 e Autismo).
Organizada pela Cãmara de Oliveira do Bairro,Galeria DaVinci e ExpoArt’s.Molinero.
Para doação escolhi a tela " Voos de Esperança", porque se trata de crianças, e porque precisam de VOOS de ESPERANÇA, Muitos VOOS de ESPERANÇA!...
Para quem poder visite a exposição, fica aqui o convite.
Bem Hajam!
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Abraço...
É,
com o infinito na palma das mãos,
e a eternidade nos braços,
que te detenho
neste ABRAÇO!
Serei sempre o teu anjo.
Carrego o teu nome nos lábios,
cruzando o tempo e o espaço...
@Margusta
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Deixas em mim tanto de ti
A noite não tem braços
Que te impeçam de partir,
Nas sombras do meu quarto
Há mil sonhos por cumprir.
Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,
Deixas em mim
Tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.
A estrada ainda é longa,
Cem quilómetros de chão,
Quando a espera não tem fim,
Há distâncias sem perdão.
Não sei quanto tempo fomos,
Nem sei se te trago em mim,
Sei do vento onde te invento, assim.
Não sei se é luz da manhã,
Nem sei o que resta em nós,
Sei das ruas que corremos sós,
Porque tu,
Deixas em mim
Tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.
Navegas escondida,
Perdes nas mãos o meu corpo,
Beijas-me um sopro de vida,
Como um barco abraça o porto.
Porque tu,
Deixas em mim
Tanto de ti,
Matam-me os dias,
As mãos vazias de ti.
Pedro Abrunhosa
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
SERENIDADES
Silêncios
Encontramos a praia deserta.Com os olhares fugidios,
ensaiamos alguma conversa de mistérios abertos
na seriedade do momento musicado pelas ondas do mar
e pelos gritos das gaivotas tristes, mas brancas.
O silêncio está sempre ocupado,
mesmo quando não há palavras;
portanto, as reticências podem prolongar-se em suspiro longo,
os pontos finais deitar-se ao abandono do ar fresco.
A manhã parece cheia de vazios repletos de sensações
e as palavras vão ganhando agilidade, ritmo, alguma emoção,
enquanto os silêncios de mar, calam brisas ainda húmidas.
As gaivotas alinham-se agora, sentadas na areia molhada,
enquanto batem os corações que as olham, descompassados.
Sentimos o ar tão quente, que queremos ter asas também,
voar contra o vento de penas leves em desalinho.
Enterramos longe as pesadas penas de ontem.
Ainda há pouco o tempo parou em todos os relógios.
E nós deixamos.
Isabel Solano
"SERENIDADES" é o livro resultante do Concurso de Poesia " Ora, Vejamos...2009", no qual participei e obtive uma Menção Honrosa, com o poema " Sem (a)manhã..." ( O 4º poema mais votado), e que já publiquei aqui no post do dia 27 de Setembro de 2009 http://momentossentidos3.blogspot.com/2009/09/mencao-honrosa-ora-vejamos-concurso-de.html
Pessoalmente acho que este livro tem uma da capa muito bonita ( adoro a foto), e o título do livro é muito adequado e sugestivo para um livro de Poesia.
Quem quiser adiquirir o livro pode fazê-lo aqui
http://www.lulu.com/content/paperback-book/serenidades/7739394
Parabéns ao Henrique Sousa por estas fantásticas iniciativas , aos membros do Júri, assim como a todos os participantes, e envolvidos na feitura do livro.
A vencedora do concurso, foi Isabel Solano com o poema acima, arrebatou também o 3º prémio e é ainda a autora da foto da capa do livro. Parabéns Isabel Solano!
terça-feira, 13 de outubro de 2009
(E)Terno (A)Mar
(E)Terno (A)Mar está concluído desde o inicio de Setembro, e já tem editoras interessadas na sua publicação. Aguardo só a resolução de alguns problemas de ordem pessoal para se poder proceder á sua edição.
Entretanto deixo-vos com o prefácio do escritor Paz Kardo (Ricardo Teixeira). Espero que gostem, tanto como eu gostei.
Muito Obrigada Ricardo!
PREFÁCIO DE
PAZ KARDO
Nesta obra de Margusta estamos perante um bloco de emoções de
uma mulher amante… Amante da vida e das coisas boas da vida, amante do mar e
das gaivotas a pairar, amante dos momentos e das palavras que descrevem os
momentos, amante de um corpo e de um homem que vive nesse corpo. Estamos
perante uma viagem ao interior de alguém que vive do amor, pelo amor, com amor.
Neste (e)terno (a)mar, torna-se difícil distinguir o que é real e o que é sonho
e o que são os desejos de uma mulher que consegue fazer prevalecer várias
realidades na teia do tempo e do espaço que a envolve, porque todos coabitam
entre si, entre silêncios, palavras e caminhos mais e menos tormentosos. É um
terno mar que nos acolhe, um eterno amar que nos envolve, uma busca incessante
de um caminho pela mão do ser amado perdido e sem rumo, que mesmo que não leve
a lado nenhum, levará certamente ao destino desejado. Desta obra de Margusta
resulta uma bela história de amor, tão perfeita como as antigas e completas
histórias de amor, numa viagem que vai do sonho ao desejo, do desejo à loucura,
da loucura ao caos, do caos à esperança e da esperança ao renascer dos sonhos e
dos desejos, que chegam com as promessas de Outono, numa carta de amor tão
ridícula e tão poderosa como as cartas de amor de Pessoa, mas mais ridículo
teria sido Bernardo nunca ter escrito essa carta de amor. Uma obra a ler, a
reler, e sobretudo a sentir…
de Paz Kardo, Setembro2009
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