quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO


terça-feira, 21 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL


LITANIA DO NATAL

A noite fora longa, escura, fria.
Ai noites de Natal que dáveis luz,
Que sombra dessa luz nos alumia?
Vim a mim dum mau sono, e disse: «Meu Jesus…»
Sem bem saber, sequer, porque o dizia.

E o Anjo do Senhor: «Ave, Maria!»

Na cama em que jazia,
De joelhos me pus
E as mãos erguia.
Comigo repetia: «Meu Jesus…»
Que então me recordei do santo dia.

E o Anjo do Senhor: «Ave, Maria!»

Ai dias de Natal a transbordar de luz,
Onde a vossa alegria?
Todo o dia eu gemia: «Meu Jesus…»
E a tarde descaiu, lenta e sombria.

E o Anjo do Senhor: «Ave, Maria!»

De novo a noite, longa, escura, fria,
Sobre a terra caiu, como um capuz
Que a engolia.
Deitando-me de novo, eu disse: «Meu Jesus…»

E assim, mais uma vez, Jesus nascia.

José Régio





Vídeo feito por mim.  Dedicado aos que sofrem em todo o mundo.
Muito em especial, a todas as crianças vítimas da guerra, fome e doenças...aos idosos abandonados, aos desprotegidos, e a todos aqueles que sofrem em silêncio...

Aos meus familiares e amigos...a todos aqueles que amo!...

Santo e Feliz Natal!!!...

Margusta


quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Parabéns Querida Mãe!!!


Parabéns minha mãe pelos teus 82 anos.

Amo-te mãe!...
Preciso do teu colinho. SEMPRE!!!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Do Outono...

Hoje procurei-te por entre folhas de Outono,
e,
escutei o teu chamado,
numa gota de chuva,
que, se desprendia lentamente de um ramo,
onde ainda habitavam,
as ultimas folhas vermelhas,
de um sonho...


Margusta
12/12/2010

sábado, 27 de novembro de 2010

Porque te quero...



Quero escrever-te, como quem escreve,

com dedos de lava, que na pele abrem fissuras

Quero ler-te, como quem ao ler bebe,

cálices ardentes de absintos e ternuras.



Quero sentir-te, como quem sonha e sente,

no mar salgado, o agridoce do mel a ondular

Quero ouvir-te, nessa loucura incandescente,

pela madrugada, quando o orvalho suspirar.



Quero-te assim, porque é assim que te quero,

em dias e noites, entrelaçados em desejos,

e,  o tempo nas mãos, sorvendo cada segundo.



Mas querer (te) assim, não é desespero,

se os meus  lábios, são a morada dos teus  beijos,

e, o Universo, um átomo em nosso mundo.



Maria Augusta Loureiro
( Margusta)
* Reservados todos os direitos de autor


sexta-feira, 19 de novembro de 2010

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Poema " Quem Sou... " de Albino Santos em vídeo-poema.

Sou uma alvorada de desejos vagabundos,
deslizando no teu corpo ardente.
Sou a leveza própria das asas que voam
espreitando todos os ventos que me possam levar até ti.
Sou a sintese de todos os ecos,
o grito que calei para que outros irrompessem.
Sou a intima raíz do tempo
onde as palavras dormem docemente.
Sou a fantasia que se arrasta pelo chão,
tentando esconder esta amarga solidão.
Sou um horizonte distante,
onde as luzes se apagam, lentamente,
esperando um por-de-sol.
Sou lampejos de átomo,
atravessando luas de fogo em teus lábios ausentes.
Sou o mais doce e ardente pecado
que habita e se oculta em teus olhos de orgasmos.

.

Quem sou?
Sou o teu segredo de todas as horas,
uma constelação silenciosa, que explode na intimidade
da noite, quando em poesia nos damos!

.
albino santos
@ Reservados todos os Direitos de Autor
http://as-poliedro.blogspot.com/




Vídeo produção de Margusta




sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Poema " Aguardo-te..." ( o vídeo)

Nas dobras das minhas mãos,
aguardo(te)...
Escorrem-me veios de água na ponta dos dedos
Quero percorrer-te no tamanho do (im)possível,
e fazer e(s)coar em ti o (a)mar dos sentidos.

Aguardo os teus passos, na clausura dos dias,
em corredores de silêncio,
nas avenidas das veias,
com caravelas no sangue...
Sei que chegarás!...
Como sempre chegou o céu estrelado,
com o luar de Agosto.
Como a luz que trespassa a sombra,
e como a noite, onde o sol sempre fundeia...

És o mar e a onda.
A maresia onde o desejo se liberta,
nas manhãs liquidas de névoa,
em que por entre marés, a esperança,
cavalga molhada no dorso das vagas,
Sei que chegarás!...

Deixo que a paixão,
se ocupe das letras,
como um incêndio a devorar metáforas,
que nem os veios de água,
que brotam dos meus dedos,
conseguem apagar...
Aguardo-te!...

Maria Augusta Loureiro
Margusta 
* reservados todos os direitos de autor 




quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Momentos de Margusta - 2010

video
Na falta de palavras, ficam  imagens...

Para ver o vídeo, por favor desligar a música no painel da música do blog.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

sábado, 18 de setembro de 2010

Cada vez mais breve...

Corre um rio de água ,
no relógio do tempo.
Pingam os minutos gastos...
E de tantas vezes a escrever,
a dor,
é cada vez mais breve...
Talvez um dia, volte às margens,
do teu peito espesso,
onde morro, renasço e recomeço,
em palavras com aros de ternura...
Prisão da alma, de um sonho
escravatura,
que,  diz-se que desvanece,
mas floresce e cresce,
submerso em loucura...


Maria Augusta Loureiro
Margusta
*Reservados todos os direitos de autor


quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Felina...

Sózinha e felina..  Docemente felina!...
Abraço a terra quente.  Ardente!  Assim, como eu.
Sei, agora, mais do que nunca o que sinto. Sinto-me selvagem.!...
No meu  seio , em chamas,  ardem segredos.
Abre -se um livro há muito fechado. Exposta. Fico de alma exposta, aqui na boca da natureza , nesta passividade de mulher vencida.

Escuto o som do vento. Uma breve brisa, faz bailar os meus cabelos, sussurrando  no meu ouvido :
_ Diz-me que sim!

Nela sinto a tua presença, não  precisavas usar as palavras.
Um suave odor a pinho, invade as minhas narinas.  Pinho fresco, acabado de cair.
Deito-me por completo, e rastejo na terra, sinto-lhe o cheiro. As minhas mãos percorrem as cascas da árvore.  Abraço-a.  Nos frutos amadurecidos dos meus olhos  escuros, desenha-se um sorriso triste , de sabor amargo, que me escorre pelos cantos da boca...  Amargamente felina!... (penso) .

Talvez o encanto esteja no ventre da  terra.  Talvez o amor e a paixão habitem por lá.  Criarei raízes.   A terra há-de saciar-me!
Daqui assistirei à vida. Verei sempre o por do sol , e dormirei com a lua. Descansarei de percorrer os caminhos no teu encalço. Os teus caminhos são sempre muito longos, e cheios de desvios...

Sempre que passares hás-de ver o meu corpo, que já foi de sereia (agora com raízes preso ao chão), ondular ao vento e dirás num lamento:
_ O seu choro e o seu riso,  já foram meus...

E a  recordação de mim,  far-te-à  procurar-me em todas as coisas...

Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor

Este texto foi baseado nos comentários que alguns amigos me deixaram nesta foto no Facebook.  Foi-lhes prometido que faria um poema  com  algumas das palavras usadas por eles, mas acabou por sair  este texto.


sábado, 21 de agosto de 2010

SENTE!!!

Sou os contornos do  desejo,
modelado pelo poente.
SENTE !!!
O silêncio são  apenas sílabas dispersas,
neste grito  de nós,
em que a vitória do eco,
vence a voz...

Maria Augusta Loureiro
Margusta
* Reservados todos os direitos de autor

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Sei que chegarás!...

Nas dobras das minhas mãos,
aguardo(te)...
Escorrem-me veios de água na ponta dos dedos.
Quero percorrer-te no tamanho do (im)possível,
e fazer e(s)coar em ti o (a)mar dos sentidos.

Aguardo os teus passos,
na clausura dos dias,
em corredores de silêncio,
nas avenidas das veias,
com  caravelas no sangue...
Sei que chegarás!...
Como sempre chegou o céu estrelado,
com o luar de Agosto.
Como a luz que trespassa a sombra,
e como a noite, onde o sol sempre fundeia...

És o  mar e a onda.
A maresia onde o desejo se liberta,
nas manhãs liquidas de névoa,
em que por entre marés, a esperança,
cavalga molhada no dorso das vagas.
Sei que chegarás!...

Deixo que a paixão, se  ocupe das letras,
como um incêndio a devorar metáforas,
que nem os veios de água,
que brotam dos meus  dedos,
conseguem apagar...
Aguardo-te!... 

Maria Augusta Loureiro
Margusta
* reservados todos os direitos de autor
.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mesmo quando o silêncio dorme defronte ao mar...

 Clicar na foto para ampliar.

* Reservados todos os direitos de autor

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Sensitiva (mente ) ...



Abri uma janela sobre ti .
Paralisei o tempo...
Nas imagens silenciosas,
e distantes, descerrei persianas no sentir.
Em línguas, de luz e sombras,
celebrei o desejo do instante...
Toquei os teus lábios, e invadi a tua boca,
de sal e mar.
Abstractas lembranças,
desenharam-se na intensidade da luz,
e partiram num beijo em viagem...

Agora, quedo-me debruçada na janela.
Retoco um quadro extinto,
que, ainda sonho e  pinto...


Maria Augusta Loureiro
Margusta
 * reservados todos os direitos de autor*

Foto  tirada do Jardim dos Capuchos, vista sobre a C. da Caparica


sábado, 24 de julho de 2010

Foto-Poema

 * Clicar para ampliar imagem

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Lembrança do último crepúsculo ...

 Onde o céu cai sobre o mar,
sobrevoei-te na  lembrança da última noite...

@Margusta

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Fostes (m)eu...



Eras (m)eu,

quando a boca da alvorada,

se abria em lábios vestidos de bruma,

clamando por ti, e nos meus olhos,

amanhecia o brilho da seda...


Eras (m)eu,

quando num acto de amor,

transpunha a névoa ,

abria fendas no sol , e em rituais de fogo,

recolhia em mim o calor de todas as coisas ,

onde se incendiavam corpos...


Eras (m)eu,

quando à hora do crepúsculo ,

possuídas de saudade, todas as aves do céu,

se aninhavam no meu peito,

em busca da Primavera...


Eras eu, e eras meu,

quando recolhidas as pálpebras,

no silêncio do son(h)o,

repousavas nos meus braços,

até que a boca da alvorada,

com lábios vestidos de bruma,

chamava por ti...

Fostes (m)eu ! ...




Maria Augusta Loureiro

Margusta

* Reservados todos os direitos de autor

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Porque sim !... AQUI TE AMO...



Para escutar, por favor desligar a música  no  ínicio do blog.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Quando te chamava amor...

Quando o desejo dava as mãos,
pelas catedrais dos Deuses,
mergulhava na água sedenta do teu corpo,
e dizia baixinho ...
_Meu Amor!

Com o sol ainda a queimar os lábios,
brotava no meu ventre a água doce,
da apoteose do ser... e da
sede a saciar...

A rir , deslizava os dedos,
no teu peito, ao ouvido a sussurrar...
_ Meu amor , os poetas são feitos
de fogo e mar!



Maria Augusta Loureiro
Margusta

*reservados todos os direitos de autor

quinta-feira, 1 de julho de 2010

No Abismo do Amor...

Tinha(s) nome, contornos e uma boca.
Tinha(s) palavras acesas no olhar.
Tinha(s) o espaço vagabundo,
num coração que se quer dar.
Nos braços sempre abertos,  tinha(s) o azul profundo,
das águas sedutoras do (a)mar...

Entre o céu e a terra,
tinha(s) nas mãos suspensas,
a luz de todos os vitrais,
e a revelação dos corpos,
num mar imenso de desejos,
de cores divinas e astrais.

Toquei(te),  beijei(te),  senti(te)!...
Iluminei(te) os sentidos,
e,
escutei(te) os delírios ... numa esquina onde o tempo sorria,
mesmo à beira de um abismo em flor,
onde se precipitavam  as  palavras dilaceradas,
de um  (des)amor...

Maria Augusta Loureiro
Margusta

*Reservados todos os direitos de autor

Imagem retirada da net

sexta-feira, 18 de junho de 2010

(e)Terno (a)Mar - Livro de Margusta




Bebem dos meus lábios,
as palavras,
os pássaros.

Voo com eles, sem rota marcada,
ou direcção.
Sigo-os de olhos fechados...

Confio,
nos sentidos, nas mãos e nos braços;
 - Asas castigadas!...
No último suspiro,
de um coração, sangrado,
num silêncio algemado,
no furtivo amor, entrelaçado na alma,
inchada pela dor.
Na lava que queima,
nas cinzas,
na aventura incerta,
na boca em brasa,
do beijo que deserta...

Voo com os pássaros,
sou a carta,
sou  o selo,
e o carimbo,
da paixão numa mortalha.
(Re)Nascerei um dia,
feita promessa de amor,
em mensagem psicografada,
com destinatário e morada.

Voo,
vou com os pássaros,
deixo que me levem,
e bebam nos meus lábios,
toda e qualquer palavra...
In (e)Terno (a)Mar
Conto Poético
de Margusta



Quem estiver interessado em adquirir o livro, pode contactar-me para  eternoamar.margusta@gmail.com 
Preço – 11.80 euros
Custos de envio - 1.90 euros
O pagamento pode ser efectuado por transferência bancária, ou envio à cobrança.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Ao Eterno Menino que o Mar Levou...

Era um menino, um eterno menino.  Por cá todos o conheciam...
Na sua pobreza, a mudez e a infantilidade, rondavam os 30 anos de idade. Na prancha encontrada, um sonho.  Um sonho apenas...surfar !...
E, sem saber nadar,  fez-se ao mar!...  E, o mar o levou...
À praia, apenas uma prancha solitária  chegou...
O menino...  A eterna criança, que com os meus filhos e muitas outras crianças brincou,
essa, não voltou!...

Descansa em PAZ ... ou ... continua a BRINCAR ...

ETERNO MENINO!!!...

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Ânsia...

Presa na distância,
habita sempre a ânsia,
de um olhar...

@Margusta

segunda-feira, 31 de maio de 2010

(e)Terno (a)Mar - Livro de Margusta




PREFÁCIO DE PAZ KARDO

Nesta obra de Margusta estamos perante um bloco de emoções de uma mulher amante… Amante da vida e das coisas boas da vida, amante do mar e das gaivotas a pairar, amante dos momentos e das palavras que descrevem os momentos, amante de um corpo e de um homem que vive nesse corpo. Estamos perante uma viagem ao interior de alguém que vive do amor, pelo amor, com amor. Neste (e)terno (a)mar, torna-se difícil distinguir o que é real e o que é sonho e o que são os desejos de uma mulher que consegue fazer prevalecer várias realidades na teia do tempo e do espaço que a envolve, porque todos coabitam entre si, entre silêncios, palavras e caminhos mais e menos tormentosos. É um terno mar que nos acolhe, um eterno amar que nos envolve, uma busca incessante de um caminho pela mão do ser amado perdido e sem rumo, que mesmo que não leve a lado nenhum, levará certamente ao destino desejado. Desta obra de Margusta resulta uma bela história de amor, tão perfeita como as antigas e completas histórias de amor, numa viagem que vai do sonho ao desejo, do desejo à loucura, da loucura ao caos, do caos à esperança e da esperança ao renascer dos sonhos e dos desejos, que chegam com as promessas de Outono, numa carta de amor tão ridícula e tão poderosa como as cartas de amor de Pessoa, mas mais ridículo teria sido Bernardo nunca ter escrito essa carta de amor. Uma obra a ler, a reler, e sobretudo a sentir…

de Paz Kardo, Setembro2009


O livro estará disponível , dentro de 15 dias. Em breve acrescentarei neste mesmo post, os meios de aquisição aos interessados.

ESSÊNCIA - As leis essenciais do Universo PAZ KARDO

"ESSÊNCIA" , é o novo livro de PAZ KARDO .Tive o  privilégio de ler "ESSÊNCIA" antes de ser editado, e de poder interagir com o autor, num capitulo de perguntas e respostas. Sinto-me ainda honrada, por Paz Kardo ter escolhido uma pintura minha ( Saudade Intemporal" para a capa do livro.
 E o mesmo começa assim:
Sobre o livro Luis Sabrosa Professor de Filosofia disse:

"Fundamental é compreender que tudo o que há, começa e acaba em si... Esta é a grande lição desta obra de Paz Kardo..."

Gi Ego ( que prefaciou o livro) Fundamentalista da Teoria do Caos disse:

"O Guia essencial para a felicidade com base em quatro leis  fundamentais do Universo."

E a minha opinião sobre o mesmo foi :

" Na última década, li alguns livros de auto-ajuda.
Alguns acabaram por me baralhar ainda mais. Em "ESSÊNCIA" pela mão de Paz Kardo, acabei por entender, que todo, e cada passo, rumo a uma vida melhor e ao sucesso, é tão fácil e simples, como o acto de respirar."

Aconselho vivamente , a leitura desta  obra de Paz Kardo. 

Pode adquirir "Essência" através do  endereço editor.lowcost@live.com.pt pelo preço de 12,50 € + 1,90 € Portes de Envio. Para o efeito, envie um email com o assunto "Comprar Essência" para o nosso endereço e nas próximas 24 horas receberá as instruções necessárias à compra.

Ainda sobre Paz Kardo  e a sua obra...

"Autor de obras como "Ausência",2005 "Não há certezas",2006 "O Caçador de Dons",2007 e da peça de teatro "A Fronteira",2008

Desta vez o autor desvia-se do habitual registo de ficção e apresenta-nos um ensaio literário sobre as leis fundamentais do Universo, essencialmente no que toca à nossa relação com o mundo que nos rodeia. No prefácio de "Essência", Gi Ego descreve a obra de Paz Kardo como uma experiência humana que nos leva a colocar em causa uma série de ideias enraizadas ao longo da nossa história. Gi Ego define-o ainda como o guia essencial para a felicidade com base em quatro leis fundamentais do Universo.

Ao longo da obra, Paz Kardo explora aquelas que defende serem as leis fundamentais de uma relação saudável com a vida: a lei do auto-reflexo, a lei do reflexo, a lei do centro do universo e a lei da atracção. Paz Kardo afirma que para chegar à tão badalada lei da atracção é necessariamente preciso conhecer primeiro as outras três leis.

Com formação académica na área da Psicologia, Paz Kardo lança a sua primeira obra que explora verdadeiramente a mente humana e a sua relação com o Universo, apontando um vasto leque de caminhos que devemos seguir para alcançar a tão almejada felicidade.

Para este autor, essencial é compreende
r que tudo o que há começa e acaba em nós...

Acompanhe Paz Kardo nesta viagem literária e venha descobrir a chave para alcançar uma boa relação com a vida, consigo mesmo e com o Universo."

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Um voo sem tempo...

*Reservados todos os direitos de autor

Silêncios (I)mortais...

*Reservados todos os direitos de autor

Desilusão...

*Reservados todos os direitos de autor

quarta-feira, 14 de abril de 2010

terça-feira, 13 de abril de 2010

Exposição Colectiva de Pintura em Armamar- MACIEIR'ART

Exposição Colectiva de Pintura em que participo com duas obras. A decorrer entre 17 de Abril e 31 de Maio, no Salão Nobre e no Átrio da Câmara Municipal de Armamar.
(Festas da Macieira Em Flor)
Para ver melhor o convite, e restantes pormenores  por favor clicar em cima do mesmo.
A tela "Gestação em Flor" pintada a Óleo e Acrílico (100x80)  , seria uma das telas com que iria participar nesta exposição. Infelizmente  devido a um lamentável  "acidente" no transporte pelos CTT, ficou completamente inutilizada, sem possível recuperação. Assim como  a tela "Saudade Intemporal" já aqui publicada , que sofreu alguns danos, mas essa talvez ainda recuperável.
Assim sendo,  a minha participação será feita com outras obras.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Das Lágrimas, e das Palavras...


Afinal é mais um final de tarde. Um mais!... Igual  ( ou talvez não) a tantos outros. O mar espera-me. Agora cada vez mais azul...  Sinto que o Inverno a que me abandonei, me devolve aos poucos  de novo à vida. Atravesso a rua, pouco movimentada àquela hora, e avisto as primeiras andorinhas a sobrevoarem as dunas.  Das palavras trancadas, seguro as últimas lágrimas, na ponta dos dedos. No movimento enfraquecido, sinto um calafrio no corpo, e uma náusea no estômago.  É o retorno dos gestos...
Espalho-as em volta dos olhos... Quem sabe as andorinhas venham beber da essência da palavra de que sou feita...  Quem sabe?
Pois que venham.  Pois que bebam.  Que a levem na ponta dos bicos, em pequenas gotículas transparentes.  Que a deixem cair sobre a terra com os seus  voos graciosos e alegres.  De preferência num campo de papoilas vermelhas  de bocas abertas.  Assim como abertas, foram e serão sempre as minhas palavras.  Assim como vermelho é o sangue que me corre nas veias, e  que  me  reclama pela vida...
(...)

Maria Augusta Loureiro
(Margusta)
In ( As Palavras)

*Reservados todos os direitos de autor (fotos e texto)*

segunda-feira, 22 de março de 2010


( Foto Tirada do Monumento em Homenagem a Pablo Neruda- Miradouro do Jardim dos Capuchos-Costa da Caparica )

"DE REPENTE,
OS OLHOS SÃO PALAVRAS"
Pablo Neruda


*Reservados todos os direitos de autor das fotos*

domingo, 21 de março de 2010

(In)Certeza

Recolho-me na curva do horizonte,
berço do sol.
E,
numa madrugada adiada,
nascerei aurora boreal,
 bem longe de ti!...
Ou,
 talvez amanheça,
como um  poema , no teu peito...


Maria Augusta Loureiro
(Margusta) 

@Reservados todos os direitos de autor (foto e poema)

 

sábado, 20 de março de 2010

Constatação do Desejo...



Trago na ponta dos dedos,
pequenos sóis hasteados,
que os teus nos meus deixaram.

Nos lábios,
onde  a saudade , já foi mágoa,
perdura ainda,  essa sede de água,
do oásis do teu corpo.

Não,
não adianta negar...

Nos  olhos que trago eu?...
Nos olhos eu trago um jogo,
 feito de luz e sombras,
a lua inteira, o luar,
 uns braços para te abraçar!

E  não,
não adianta negar...

É  sempre,
bem fundo no olhar,
que se desdobra e desnuda,
por inteiro a reclamar,
este desejo  por  ti...
Não,  não  adianta negar!...

Maria Augusta Loureiro
(Margusta)
14/03/2010
* Reservados todos os direitos de autor(foto e poema)*

sexta-feira, 19 de março de 2010

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Poema Vermelho


Viaja-me no sangue
um poema vermelho.
Em silêncio,
circulam rubras as palavras,
construindo os versos.
Deslizam desordenadas,
as rimas ardentes...
Pedaços de lava,
incandescentes!

O lume queima as veias.
Na carne, quase em chamas,
o desejo arde!
E a boca em fogo,
que a tua me pede,
lasciva se abre...

-Vem amor...é tarde!...


Maria Augusta Loureiro
Margusta

* Reservados todos os direitos de autor

Poema já aqui publicado, e que hoje dedico a todos aqueles que amam e se amam . Para todos um MUITO
FELIZ  DIA  DE  S.VALENTIM!!!

Eu, como diz a minha amiga  MARIA , vou ali e volto já!
Façam o favor de serem FELIZES!!!

(Imagem retirada da net.)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ainda das palavras...

i


AQUI, onde as palavras mofaram, continuo a respirar. Inspiro,expiro, para de novo inspirar... AQUI o ar está viciado. Bafiento!... A humidade escorre pelas paredes bolorentas, e mancha o chão de madeira apodrecido. Pelas grades enferrujadas da janela entra alguma luz. Pouca.
Não existem móveis, apenas uma cadeira no meio do quarto. Vejo-a   dAQUI , deste canto, onde me sento no chão, com os cotovelos apoiados nos joelhos. Entre as mãos, seguro a cabeça cansada. O olhar passeia-se pelas manchas da humidade na parede, ou pelos ferros da grade da janela, por onde entra alguma luz. Pouca, como já disse.
Não sei quanto tempo se passou desde que  estou AQUI. Sei apenas que era Verão, e o meu corpo gelou. Em seguida, o barulho da porta a fechar-se, e este quarto... Se olhar sobre o meu ombro esquerdo, vejo a porta. É de madeira escura , tem apenas uma argola de ferro pendente, faz-me lembrar a porta de uma velha masmorra.
DAQUI deste canto, já me levantei alguns vezes, no intuito de a abrir. Não consegui... Por isso regresso de novo a este canto, e espero sentada. Espero que a cadeira seja ocupada. Quem sabe por palavras frescas, renovadas. Quem sabe por uma brisa de ar puro, ou um pouco de luz  que escorra  pelas grades... 
AQUI as palavras mofaram e o meu corpo gelou...
Mas eu inspiro e expiro, e continuo a respirar...



Maria Augusta Loureiro
(Margusta)
In "Divagando"

* Reservados todos os direitos de autor*